Legenda das fotos
1 - Marcha de Amieira (data desconhecida)
2 - Trajes de Carnaval no Jardim de Nisa
3 - Grupo Folclórico de Arez
4 - Baile de Carnaval no Benfica (Nisa) - 1968
5 - Em Amieira também se brincava/jogava ao Fa-Fu
10 de mar. de 2011
8 de mar. de 2011
5 de mar. de 2011
3 de mar. de 2011
Domingo Gordo em Alpalhão (2008)
Domingo Gordo em Alpalhão é sinónimo de cor, alegria, música, divertimento. Desfilam as Contradanças, rapazes e raparigas mostram os seus trajes coloridos e os seus dotes de dança. Não falta o ouro reluzente a enfeitar o traje garboso das moças e mulheres. As ruas ganham nova vida, despertam e vestem-se com a roupagem dos dias festivos. Domingo Gordo em Alpalhão, é Domingo de Carnaval. Popular e autêntico. Fica o convite para que a Região de Turismo, agora rebaptizada de Entidade Regional de Turismo do Alentejo, inclua esta manifestação artística e tradicional no calendário das iniciativas da Região Alentejana.
Alpalhão merece (há muito) esta distinção!
2 de mar. de 2011
NISA: A anunciação da Primavera
A Primavera *
Na Primavera de Flores
Vestem-se os campos de gala
Alegria dos pastores
Canta o canário na jaula
I
Canta o rouxinol no prado
No meio da árvore sombria
Canta alegre a cotovia
Canta o triste encarcerado
Canta o cuco, brinca o gado
Alegram-se os lavradores
Mudam as aves de cores
Quando andam fazendo o ninho
Canta todo o passarinho
Na Primavera de Flores
II
Canta alegre o jardineiro
Por ver as flores a brilhar
Canta o lavrador a lavrar
E na quinta canta o quinteiro
Canta o melro no loureiro
A gaivota sobre a vala
Canta quem tem boa fala
Canta até quem a não tem
Cantam os Anjos também
Vestem-se os campos de gala.
III
Só tu vens abastecer
Ó Primavera real
Pastos para tanto animal
Pão para a gente comer
Muitas lãs para fazer
Fatos de todas as cores
Tu com essas tuas flores
Sustentam muito vivente
Cresce o leite de repente
Alegria dos pastores.
IV
Quando me quero levantar
Em manhã de Primavera
Debaixo da atmosfera
Não ouço senão cantar
Grilos com as asas a tinar
A cotovia na alta escala
A andorinha nem se fala
Dá-nos gosto o rouxinol
Logo assim que nasce o sol
Canta o canário na jaula.
* Décimas da autoria do ti António Branco (poeta popular de Montalvão, já falecido)
1 de mar. de 2011
27 de fev. de 2011
26 de fev. de 2011
NISA TEM UM CINEMA.... FECHADO! - Parte 2
Nisa tem uma sala de cinema, o Cine Teatro de Nisa, pertença e (mal) gerida pela Câmara Municipal. Desde meados de Dezembro que não é exibido ali qualquer filme ou, melhor dizendo, as representações passaram para o auditório da Biblioteca Municipal, em pelo menos dois dias do mês. São "filmes" onde há comédia, drama, aventura, cenas pungentes que (não) deviam ser do dia a dia.
Entretanto o Cinema- Dez anos a viver Cultura!, lembram-se? - vai definhando a olhos vistos e não cumpre uma das suas principais funções para que foi criado, primeiro em 1931 (já lá vão quase 80 anos) por um grupo de bairristas nisenses que quiseram dar um decisivo contributo para a causa da cultura na nossa terra.
Depois, quando a própria Câmara Municipal ( as vereações posteriores a 2001 não têm nada a ver com isto), após um período de inactividade do Cine Teatro tomou a iniciativa, num processo delicado e moroso, tomar nas suas mãos e recuperar a velhinha sala de cinema de Nisa, transformando-a numa das melhores do Alentejo e do país.
Agora, é o que se (não) vê! A Câmara, encalavrada que nem dinheiro tem para garantir as condições mínimas (água quente, por exemplo) aos estudantesdo concelho, virou as costas ao cine teatro e não dá um pio sobre as intenções para aquele espaço cultural.
Aguardemos as cenas do próximo filme!
23 de fev. de 2011
NISA: A Fonte do Rossio
Inaugurada em 1932 pelo Presidente da República, Marechal António Óscar de Fragoso Carmona, sendo a Comissão Administrativa da Câmara Municipal presidida pelo tenente António Falcão.
Implantada no largo mais central de Nisa, a fonte foi trasladada em 2005 para um recanto do jardim público, numa opção polémica da gestão camarária, contestada, sem resultado, pela população.
A última foto é de uma pintura a óleo de António Maria Charrinho.
22 de fev. de 2011
20 de fev. de 2011
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