22 de jul. de 2013

NISA: A religiosidade popular nos edifícios







Mau grado algumas restrições à utilização do azulejo como material decorativo nas fachadas dos edifícios, em Nisa há alguns exemplos de religiosidade popular expressa em painéis de azulejos, alguns de fino recorte e belíssima execução, bem enquadrados na textura geral dos edifícios que ornamentam, enquanto outros, simbolizando embora, o sentimento, a fé ou a devoção dos respectivos proprietários no santo ou santa com o seu nome, revelam, contudo, mau gosto ou, pelo menos, uma "obra" menos conseguida.
Salvou-se, nesses casos, a intenção...

2 de jul. de 2013

NISA: Capelas sanjoaninas à janela





São cada vez menos, mas a tradição sanjoanina de fazer as capelas ou coroas de flores, vai-se mantendo em Nisa, salpicando as paredes de algumas casas de colorido e de vida, muitas vezes despertando a curiosidade de quem passa e não habituado a estas manifestações de cultura popular.
Há cada vez menos gente em Nisa. As taxas de natalidade estão pelas horas da "troika" e dos políticos corruptos que têm matado a esperança aos portugueses. Mas, alheias, a este estado deplorável de tristeza e de desesperança, algumas mães e avós, vão tecendo com mãos de artistas estes arranjos de flores naturais, em homenagem aos santos populares e às tradições herdadas desde um tempo bem distante.

1 de jul. de 2013

30 de mai. de 2013

NISA: A decadência de um "centro" que já foi "Histórico"...







Nisa. Fim de tarde de um dia de Maio - Dia Internacional dos Museus. O centro que já foi histórico, mostra evidentes sinais de decadência e abandono. Há muito que não há ali investimento, intervenções de fundo capazes de alterarem a "fisionomia" das casas, das ruas e dos largos.Aqui e ali vão aparecendo algumas pessoas idosas que resistiram e foram ficando nos edifícios degradados onde um dia, na lonjura do tempo, construíram os seus lares e tiveram os seus filhos e cadilhos...
A "vila" está quase deserta: casas fechadas, outras em ruínas e a ameaçarem derrocada, portas tapadas a tijolo e cimento, recheadas de lixo, dejectos e bicharada, constituem a negação da placa que na Porta da Vila anuncia o Centro Histórico. 
O centro, a bastide, a Vila, espera voltar a fazer História, se os homens que fazem promessas em tempo de eleições, transformarem a retórica em acções concretas. Os planos e processo burocráticos complexos em procedimentos simples e exequíveis. A informação, o esclarecimento e a disponibilização de técnicos, como método de trabalho e de acção em tempo útil.
O Centro Histórico tem, ainda, uma réstia de esperança.
Esperemos que não a matem, de vez!

19 de mai. de 2013

CACHEIRO: Romaria de São Matias, padroeiro da freguesia














No sábado realizou-se a tradicional festa em honra de São Matias (15 de Maio) romaria que levou à aldeia do Cacheiro algumas dezenas de visitantes e residentes nas povoações de Falagueira, Monte Claro, Chão da Velha e Velada, entre outras, que integram a freguesia que tem São Matias como padroeiro.

11 de mai. de 2013

NISA: Recordações da "Praça"





Anos 50 - Inauguração das instalações da Fundação Lopes Tavares - Asilo de Nossa Senhora da Graça, hoje Santa Casa da Misericórdia de Nisa.