11 de jun. de 2012
6 de jun. de 2012
CONCELHO DE NISA: Etnografias (1)
5 de jun. de 2012
2 de jun. de 2012
MONTALVÃO: A inauguração da Casa do Povo (1952)
Três fotos para ilustrar um acontecimento marcante no ano de 1952, em Montalvão: a inauguração da Casa do Povo. Repare-se no pormenor dos utensílios utilizados para servir a famosa "sopa de cachola". Ou seria de peixe?
O "coutxo" ou "coutxão" davam um "sabor" e uma "atmosfera" familiar a cada refeição e provam, ainda, a importância da actividade de extracção da cortiça na economia de Montalvão e de outras freguesias do concelho. Depois, vieram as pragas dos eucaliptos, a destruição do montado e de estações arqueológicas, os fogos, a "indústria do fogo". Chega. Paremos por aqui...
O "coutxo" ou "coutxão" davam um "sabor" e uma "atmosfera" familiar a cada refeição e provam, ainda, a importância da actividade de extracção da cortiça na economia de Montalvão e de outras freguesias do concelho. Depois, vieram as pragas dos eucaliptos, a destruição do montado e de estações arqueológicas, os fogos, a "indústria do fogo". Chega. Paremos por aqui...
31 de mai. de 2012
O Monumento ao Emigrante (Abril de 2008)
A ideia e a foto não passam disso mesmo: constituem uma montagem e alerta (mais um) sobre uma dívida que a autarquia nisense, continua, inexplicavelmente, sem querer saldar ou resolver.
A "montagem" foi uma brincadeira, com que quisemos assinalar o dia 1 de Abril.
Mas lá que gostaríamos que a mesma se transformasse em verdade, disso não restam dúvidas.
A "montagem" foi uma brincadeira, com que quisemos assinalar o dia 1 de Abril.
Mas lá que gostaríamos que a mesma se transformasse em verdade, disso não restam dúvidas.
29 de mai. de 2012
28 de mai. de 2012
27 de mai. de 2012
26 de mai. de 2012
24 de mai. de 2012
22 de mai. de 2012
MEMÓRIA(S) DE NISA: Rostos
1 - "Mestra" da Santa Casa da Misericórdia - Anos 80
2 - Casamento em Nisa - Anos 60
3 - Crianças no Adro da Igreja do Espírito Santo (Rua do Outeiro) - Anos 20
21 de mai. de 2012
MEMÓRIA(S) DE NISA: A loja do senhor Justino
Nisa é conhecida pelo seu artesanato singular e diverso. Pelos queijos (que já não se fabricam) que lhe deram fama e nome. O proveito, esse, tem sido canalizado para outras bandas e interesses...
Hoje, recordamos, aqui, uma gesta de homens e mulheres que, praticamente, a partir do nada, instalaram e desenvolveram negócios - pequenos negócios, que o tempo não dava para grandes florestias - no ramo comercial ou industrial. Com eles valorizaram a vila e o concelho, preencheram lacunas importantes na oferta de bens e serviços.
A loja do Senhor Justino, no Largo do Boqueirão, era uma dessas lojas das quais se podia dizer que "havia de tudo". Se não houvesse, o senhor Justino mandava vir. Com isso, satisfazia a clientela e mantinha a sua loja como uma das mais dinâmicas de Nisa.
Recordamo-lo, aqui, e tributamos-lhe o preito da evocação e homenagem singela.
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