24 de jan. de 2012

NISA: A Caixa ao "Serviço do Povo"


Há 27 anos (1985) a Caixa Geral de Depósitos editou um calendário de bolso com a imagem (antiga) da Porta da Vila. No interior dava conta de "Como fazer render as suas poupanças".
Atente-se no valor dos juros naquela altura e verifique-se que representam uma "insignificância" se comparados com as taxas que nos dias de hoje são praticadas.
Em 2005 não havia BPNs e outros que tais, e a banca estava  (pelo menos, aparentemente) "ao serviço do povo". Sem taxas de serviços, cartões, comissões e outras aberrações...

19 de jan. de 2012

NISA: A preto e branco



1 - Excursionistas de Nisa em viagem pelo país (anos 50 ou 60)
2 - Venda de louça no Rossio
3 - O Rossio junto ao Calvário com as bancas de venda


13 de jan. de 2012

12 de jan. de 2012

Nisa: Estrada das Amoreiras, Passado e Presente



É uma das principais entradas ( e saídas) de Nisa, álbum de imemoráveis histórias que davam para um livro.
Ali, passaram muitas gerações de nisenses, momentos inolvidáveis na colha de amoras e das folhas mais viçosas com que se alimentavam os bichos da seda. Era um acto arrojado, todos os dias repetido pela malta da escola e outros mais velhos. Subir às amoreiras, escolher as amoras mais grossas e maduras, armar o "banquete", tudo se fazia na "mira de um olho" antes que aparecesse o cantoneiro, o ti Jaime, homem corpulento e de aspecto ameaçador. Era mais o barulho e o alvoroço que provocava, do que propriamente a vontade de nos apanhar. Cumpria ordens para garantir o magro sustento. Na ânsia da fuga, muitas calças se rasgavam e muitos se estatelavam no chão. Nos dias seguintes, era a mesma cena, enquanto as amoras durassem e os bichinhos não crescessem e fizessem o casulo.
A Estrada das Amoreiras está, hoje, desfigurada. Não tem as árvores frondosas (e saborosas) de outrora. Destruíu-se a Horta do Parreirão para dar lugar à implantação de urbanizações e das piscinas municipais.
Mas, mesmo sem amoreiras, a Estrada das Amoras, devia merecer uma maior atenção por parte da Câmara, dando-lhe uma aspecto de civilidade, construindo passeios de um e outro lado da estrada, que iriam contribuir para a segurança de automobilistas e de peões, pois as bermas, com as valetas de cimento e sem delimitação, contituem uma perigosa ratoeira.
Se outros motivos não houvesse, bastaria acrescentar que se trata da primeira imagem, o primeiro impacto da vila para quem vem da Beira. O Alentejo começa aqui e no Alentejo, além da hospitalidade, primamos pela brancura, pelo asseio, pela beleza e arrumo dos espaços. Este, está à vista, bem precisa de ser "arrumado". Vamos a isto?
Mário Mendes

10 de jan. de 2012

AREZ: Cantar as "Janeiras"






Arez reviveu, através da iniciativa da Associação Sócio Cultural "Os Amigos de Arez", as tradições do cantar das Janeiras. A noite fria não impediu a passagem dos cantadores de voz quente e fraterna, a saudar as pessoas da terra.

8 de jan. de 2012

Janelas de Nisa vistas por Ramiro Marques

O meu primeiro dia de férias foi hoje. Fui a Nisa, uma vila do distrito de Portalegre, a apenas 50 quilómetros de Abrantes. Fui lá esta manhã com o objectivo de fotografar as janelas das casas antigas. São casas escondidas nas ruelas do Centro Histórico. Quem passa à pressa pela vila não as vê. Eu acho que Nisa tem das mais belas janelas de Portugal. Numa área pequena, que coincide com o centro histórico, há centenas de belas janelas.
Foto de Ramiro Marques - Julho de 2009