26 de jan. de 2012
25 de jan. de 2012
24 de jan. de 2012
NISA: A Caixa ao "Serviço do Povo"
Há 27 anos (1985) a Caixa Geral de Depósitos editou um calendário de bolso com a imagem (antiga) da Porta da Vila. No interior dava conta de "Como fazer render as suas poupanças".
Atente-se no valor dos juros naquela altura e verifique-se que representam uma "insignificância" se comparados com as taxas que nos dias de hoje são praticadas.
Em 2005 não havia BPNs e outros que tais, e a banca estava (pelo menos, aparentemente) "ao serviço do povo". Sem taxas de serviços, cartões, comissões e outras aberrações...
21 de jan. de 2012
20 de jan. de 2012
19 de jan. de 2012
NISA: A preto e branco
1 - Excursionistas de Nisa em viagem pelo país (anos 50 ou 60)
2 - Venda de louça no Rossio
3 - O Rossio junto ao Calvário com as bancas de venda
18 de jan. de 2012
17 de jan. de 2012
15 de jan. de 2012
13 de jan. de 2012
12 de jan. de 2012
Nisa: Estrada das Amoreiras, Passado e Presente
É uma das principais entradas ( e saídas) de Nisa, álbum de imemoráveis histórias que davam para um livro.
Ali, passaram muitas gerações de nisenses, momentos inolvidáveis na colha de amoras e das folhas mais viçosas com que se alimentavam os bichos da seda. Era um acto arrojado, todos os dias repetido pela malta da escola e outros mais velhos. Subir às amoreiras, escolher as amoras mais grossas e maduras, armar o "banquete", tudo se fazia na "mira de um olho" antes que aparecesse o cantoneiro, o ti Jaime, homem corpulento e de aspecto ameaçador. Era mais o barulho e o alvoroço que provocava, do que propriamente a vontade de nos apanhar. Cumpria ordens para garantir o magro sustento. Na ânsia da fuga, muitas calças se rasgavam e muitos se estatelavam no chão. Nos dias seguintes, era a mesma cena, enquanto as amoras durassem e os bichinhos não crescessem e fizessem o casulo.
A Estrada das Amoreiras está, hoje, desfigurada. Não tem as árvores frondosas (e saborosas) de outrora. Destruíu-se a Horta do Parreirão para dar lugar à implantação de urbanizações e das piscinas municipais.
Mas, mesmo sem amoreiras, a Estrada das Amoras, devia merecer uma maior atenção por parte da Câmara, dando-lhe uma aspecto de civilidade, construindo passeios de um e outro lado da estrada, que iriam contribuir para a segurança de automobilistas e de peões, pois as bermas, com as valetas de cimento e sem delimitação, contituem uma perigosa ratoeira.
Se outros motivos não houvesse, bastaria acrescentar que se trata da primeira imagem, o primeiro impacto da vila para quem vem da Beira. O Alentejo começa aqui e no Alentejo, além da hospitalidade, primamos pela brancura, pelo asseio, pela beleza e arrumo dos espaços. Este, está à vista, bem precisa de ser "arrumado". Vamos a isto?
Mário Mendes
11 de jan. de 2012
10 de jan. de 2012
AREZ: Cantar as "Janeiras"
Arez reviveu, através da iniciativa da Associação Sócio Cultural "Os Amigos de Arez", as tradições do cantar das Janeiras. A noite fria não impediu a passagem dos cantadores de voz quente e fraterna, a saudar as pessoas da terra.
8 de jan. de 2012
Janelas de Nisa vistas por Ramiro Marques
O meu primeiro dia de férias foi hoje. Fui a Nisa, uma vila do distrito de Portalegre, a apenas 50 quilómetros de Abrantes. Fui lá esta manhã com o objectivo de fotografar as janelas das casas antigas. São casas escondidas nas ruelas do Centro Histórico. Quem passa à pressa pela vila não as vê. Eu acho que Nisa tem das mais belas janelas de Portugal. Numa área pequena, que coincide com o centro histórico, há centenas de belas janelas.
Foto de Ramiro Marques - Julho de 2009
7 de jan. de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)


























